Sombra do Onipotente
O 4º Homem da fornalha
Um espaço para testemunhar o Poder de Deus na vida dos seus escolhidos.
DIGA NÃO AS DROGAS
Brasil/Mundo – A descriminalização do uso de drogas no Brasil, proposta aprovada nesta semana pela comissão de juristas que está elaborando o anteprojeto para reforma do Código Penal no Senado, divide opiniões. Entidades ligadas à defesa dos direitos humanos comemoram, enquanto grupos que lutam por mais rigor na legislação antidrogas lamentam.
A proposta para o novo Código, que será entregue aos senadores no fim de junho, é inspirada na legislação de Portugal, e considera como usuário a pessoa que estiver com uma quantidade de entorpecente equivalente ao
A proposta para o novo Código, que será entregue aos senadores no fim de junho, é inspirada na legislação de Portugal, e considera como usuário a pessoa que estiver com uma quantidade de entorpecente equivalente ao
consumo médio individual de cinco dias. No país europeu, a quantia é relacionada ao uso para 10 dias.
Querem transformar nossa população em uma legião de zumbis… Foto: Reprodução/O Globo
O defensor de maior peso da mudança na legislação é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Quando apresentou o filme Quebrando Tabu, em maio do ano passado, Fernando Henrique, que hoje preside a Comissão Global de Políticas sobre Drogas, ressaltou que é preciso tratar o usuário como alguém que precisa de assistência médica e não como um criminoso. O ex-presidente, porém, considera que essa discussão deveria partir da população e não do legislativo.
A especialista em segurança pública Marcelle Figueira, no entanto, acredita que os juristas levantaram o bate-papo. Para ela, o importante é discutir o tema de forma construtiva, sem moralismo. “O que faz uma droga lícita ou não é a legislação. O usuário tem que ser tratado como uma pessoa doente, assim como os alcoólatras e os que usam medicamentos controlados de forma ilegal”.
O defensor de maior peso da mudança na legislação é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Quando apresentou o filme Quebrando Tabu, em maio do ano passado, Fernando Henrique, que hoje preside a Comissão Global de Políticas sobre Drogas, ressaltou que é preciso tratar o usuário como alguém que precisa de assistência médica e não como um criminoso. O ex-presidente, porém, considera que essa discussão deveria partir da população e não do legislativo.
A especialista em segurança pública Marcelle Figueira, no entanto, acredita que os juristas levantaram o bate-papo. Para ela, o importante é discutir o tema de forma construtiva, sem moralismo. “O que faz uma droga lícita ou não é a legislação. O usuário tem que ser tratado como uma pessoa doente, assim como os alcoólatras e os que usam medicamentos controlados de forma ilegal”.
Outro ponto positivo, apontado pela especialista, é a definição objetiva do que é uso e tráfico. “O que determina hoje quem é consumidor e vendedor é a avaliação subjetiva do policial em cima do que a pessoa porta (mentira: o que determina é o fato de a pessoa ser flagrada vendendo a droga para alguém). A forma como lidamos hoje com as drogas é uma guerra perdida de segurança pública”, concluiu.
O deputado federal, Onofre Santo Agostino (PSD-SC), foi um dos que se pronunciaram sobre a decisão. Para ele, a descriminalização do uso é o mesmo que banalizar e não soluciona o problema. “A pessoa drogada vai comprar a droga aonde? Na farmácia? O governo vai dar a droga ou ele vai comprar do traficante? Em consequência, acredito que vai aumentar o número de traficantes, porque haverá mais consumo”, previu.
O deputado federal, Onofre Santo Agostino (PSD-SC), foi um dos que se pronunciaram sobre a decisão. Para ele, a descriminalização do uso é o mesmo que banalizar e não soluciona o problema. “A pessoa drogada vai comprar a droga aonde? Na farmácia? O governo vai dar a droga ou ele vai comprar do traficante? Em consequência, acredito que vai aumentar o número de traficantes, porque haverá mais consumo”, previu.
Porção
Os juristas colocaram nas mãos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a responsabilidade de regulamentar qual seria o montante permitido. Em nota, o órgão afirmou que “este é um tema novo no âmbito de uma agência reguladora de medicamentos e que nenhuma agência internacional com este perfil regula ou regulou esta questão”. A Anvisa informou que não foi chamada para os debates, mas destacou que a discussão é relevante do ponto de vista da saúde pública.
Os juristas colocaram nas mãos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a responsabilidade de regulamentar qual seria o montante permitido. Em nota, o órgão afirmou que “este é um tema novo no âmbito de uma agência reguladora de medicamentos e que nenhuma agência internacional com este perfil regula ou regulou esta questão”. A Anvisa informou que não foi chamada para os debates, mas destacou que a discussão é relevante do ponto de vista da saúde pública.
Querem transformar nossa população em uma legião de zumbis… Foto: Reprodução/O Globo
Apesar da liberação do consumo, os juristas acrescentaram no texto uma pena de seis meses a um ano para quem fizer uso ostensivo de drogas em lugares públicos onde há concentração de menores. A pena também será aplicada para o caso de alguém que utilizar a droga em casa perto de crianças ou adolescentes.
Apesar da liberação do consumo, os juristas acrescentaram no texto uma pena de seis meses a um ano para quem fizer uso ostensivo de drogas em lugares públicos onde há concentração de menores. A pena também será aplicada para o caso de alguém que utilizar a droga em casa perto de crianças ou adolescentes.
Medidas alternativas
Atualmente, o uso e a comercialização de entorpecentes é crime, conforme prevê a Lei de Drogas, em vigor desde 2006. No entanto, a legislação não prevê pena de prisão, fixando medidas alternativas, como advertência sobre os efeitos das drogas, prestação de serviços à comunidade e comparecimento a programa ou curso educativo. Já a quem produz ou comercializa drogas, a lei atribui pena de 5 a 15 anos de reclusão e pagamento de multa de
Atualmente, o uso e a comercialização de entorpecentes é crime, conforme prevê a Lei de Drogas, em vigor desde 2006. No entanto, a legislação não prevê pena de prisão, fixando medidas alternativas, como advertência sobre os efeitos das drogas, prestação de serviços à comunidade e comparecimento a programa ou curso educativo. Já a quem produz ou comercializa drogas, a lei atribui pena de 5 a 15 anos de reclusão e pagamento de multa de
R$ 500 a R$ 1.500.
"Krokodil" A droga satânica que mata em meno de dois anos
Para o Combate às Drogas e à todos os efeitos terríveis que elas estão fazendo para a sociedade. Subo no Salto hoje para todas as igrejas Evangélicas pelo mundo que estão trabalhando sem cessar para combater o maior mal da humanidade, o vício nas drogas químicas.
A pessoa fica descamando como cobra
Para o mal da humanidade e pior inferno já existente na terra depois da guerra e da Aids. O pânico geral da sociedade para a droga Krokodil. O efeito desta droga é devastador e diabólico e tem sido a mais usada nos últimos meses pelos jovens e viciados pelo mundo.
Veja as fotos e me diga o que você pode fazer como sociedade para ajudar a combater este grande mal que assola o mundo atualmente. O pior efeito no corpo que uma droga pode fazer, as fotos são chocantes demais.
* o efeito da droga na pele é comparado a troca de pele da cobra e de uma crocodilo. Não tem retorno, não existe tratamento.
Degradação da humanidade
Nem mesmo um animal irracional se deixaria levar por essa substância, como pode o ser humano tão inteligente consumir algo tão diabólico para destruir seu próprio corpo?! Enquanto a ciência estuda meios de prolongar a vida e pessoas buscam milagres para viver mais, seres humanos com a mente totalmente cativa às influências do mal se matando aos poucos.
A carne é totalmente derretida, ficando somente osso.
O corpo é templo do Espírito Santo não podemos permitir que a humanidade se destrua. Precisamos combater essa droga. Divulgue.
cor verde e escamas de crocodilo
Será que momentos de prazer na mente merecem terminar assim, como um animal em decomposição? Diga NÃO às drogas, pois qualquer uma pode te levar a uma terrível realidade.
O que é essa droga:
É uma droga russa fabricada a partir da desomorfina. O nome vem de uma das consequências mais comuns ao uso, uma vez que a pele da pessoa passa a ter um tom esverdeado e cheia de escamas, como a de um crocodilo.
Krokodil é um substituto para uma droga de alto valor, a heroína. O princípio ativo do Krokodil, é a “desomorphine” que é vendida em alguns países da Europa (especialmente a Suiça) como substituto da morfina e é conhecida pela farmacologia desde 1932. A desomorphine é de 8 a 10 vezes mais potente do que a morfina. Trata-se de um opiáceo sintético que possui estrutura quase idêntica à da heroína.
A primeira aparição desta droga foi na Sibéria, em 1992. Seu consumo tem aumentado cada vez mais pois ela é uma alternativa barata à heroína.
Seus efeitos colaterais são bizarros. Ela causa necrose no local onde é aplicada, expondo ossos e músculos. Casos de viciados precisando de amputação ou da limpeza de grandes áreas apodrecidas em seus corpos são cada vez mais comuns.
Largá-la é uma tarefa extremamente difícil. A desintoxicação é muito lenta e o usuário sente náuseas e dores por até um mês.
A Codeína, um narcótico disseminado pelo mundo inteiro e de fácil acesso pode ser transformado em desomorphine com algumas reações químicas relativamente baratas. Ela então é dissolvida e injetada pelo utilizador. Considerando que a heroína custa 150 dólares cada dose e o Krokodil pode ser obtido por menos de 10 dólares fica fácil entender a razão de sua existência.
…Hoje eu desci do salto com lágrimas e muita dor no coração e pedindo a Deus por todos os jovens e crianças deste mundo tão cruel que vivemos hoje. O pior de tudo isso é que tem gente ganhando muito dinheiro vendendo essas drogas por ai e ninguém faz nada.
Não existe uma politica séria para combater o trafico de drogas, não existe lei que combata a entrada no pais de produtos químicos tao devastadores.
Não existe Políticos no Brasil que vistam a camisa da vida, que realmente deixem de lado seus interesses pessoais e passe a criar leis que verdadeiramente funcionem no combate ao trafico.
O que me revolta é saber que muitos desses políticos recebem patrocínio para suas campanhas politicas do próprio trafico e isso os mantem calados.
O que é a Grande Tribulação?
Resposta: A Tribulação é um período de tempo futuro quando o Senhor vai realizar pelo menos dois aspectos do Seu plano: 1) Ele vai completar a Sua disciplina da nação de Israel (Daniel 9:24), e 2) Ele julgará os habitantes incrédulos e ateus da terra (Apocalipse 6 - 18). O comprimento da Tribulação é de sete anos. Isso é determinado por uma compreensão das setenta semanas de Daniel (Daniel 9:24-27; . A Grande Tribulação é a última metade do período da Tribulação, com uma duração de três e meio. Distingue-se do período da Tribulação porque a Besta, ou o Anticristo, será revelada e a ira de Deus vai intensificar enormemente durante este tempo. Assim, é importante neste momento enfatizar que a Tribulação e a Grande Tribulação não são termos sinônimos. Dentro da escatologia (o estudo das coisas futuras), a Tribulação se refere ao período completo de sete anos, enquanto que a "Grande Tribulação" refere-se à segunda metade da Tribulação. O próprio Cristo usou a frase "Grande Tribulação" com referência à última metade da Tribulação. Em Mateus 24:21, Jesus diz: "Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver." Neste versículo Jesus está se referindo ao evento de Mateus 24:15, o qual descreve a revelação da abominação da desolação, o homem também conhecido como o Anticristo. Além disso, Jesus em Mateus 24:29-30 declara: "Logo depois da tribulação daqueles dias... Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória." Nesta passagem, Jesus define a Grande Tribulação (v.21) como começando com a revelação da abominação da desolação (v.15) e terminando com a segunda vinda de Cristo (v.30).
Outras passagens que se referem à Grande Tribulação são Daniel 12:1b, que diz: "E haverá um tempo de tribulação, qual nunca houve, desde que existiu nação até aquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro." Parece que Jesus estava citando este versículo quando falou as palavras registradas em Mateus 24:21. Temos também Jeremias 30:7 referindo-se à Grande Tribulação: "Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; todavia, há de ser livre dela." A expressão "angústia de Jacó" se refere à nação de Israel, a qual vai experimentar perseguição e desastres naturais como nunca vistos antes. Considerando as informações que Cristo nos deu em Mateus 24:15-30, é fácil concluir que o início da Grande Tribulação tem muito a ver com a abominação da desolação, uma ação do Anticristo. Em Daniel 9:26-27, descobrimos que esse homem vai fazer uma "aliança" (um pacto de paz) com o mundo por sete anos (uma "semana", novamente, favor ler o artigo sobre a Tribulação). Na metade do período de sete anos - "no meio da semana" - somos informados de que este homem vai quebrar o pacto que fez, interrompendo o sacrifício e a oferta de cereais, o que se refere especificamente às suas ações no templo reconstruído do futuro. Apocalipse 13:1-10 dá ainda mais detalhes sobre as ações da Besta e também verifica o tempo que ela vai estar no poder. Apocalipse 13:5 diz que ela vai estar no poder por 42 meses, o que são três anos e meio, o comprimento da Grande Tribulação.
O Livro de Apocalipse nos oferece o máximo de informação sobre a Grande Tribulação. De Apocalipse 13, quando a Besta é revelada, até a volta de Cristo em Apocalipse 19, temos uma imagem da ira de Deus sobre a terra por causa da incredulidade e rebelião (Apocalipse 16-18). É também uma imagem de como Deus disciplina e ao mesmo tempo protege o Seu povo de Israel (Apocalipse14:1-5) até realizar a Sua promessa a Israel ao estabelecer um reino terreno (Apocalipse 20:4-6).
Resposta: A Tribulação é um período de tempo futuro quando o Senhor vai realizar pelo menos dois aspectos do Seu plano: 1) Ele vai completar a Sua disciplina da nação de Israel (Daniel 9:24), e 2) Ele julgará os habitantes incrédulos e ateus da terra (Apocalipse 6 - 18). O comprimento da Tribulação é de sete anos. Isso é determinado por uma compreensão das setenta semanas de Daniel (Daniel 9:24-27; . A Grande Tribulação é a última metade do período da Tribulação, com uma duração de três e meio. Distingue-se do período da Tribulação porque a Besta, ou o Anticristo, será revelada e a ira de Deus vai intensificar enormemente durante este tempo. Assim, é importante neste momento enfatizar que a Tribulação e a Grande Tribulação não são termos sinônimos. Dentro da escatologia (o estudo das coisas futuras), a Tribulação se refere ao período completo de sete anos, enquanto que a "Grande Tribulação" refere-se à segunda metade da Tribulação. O próprio Cristo usou a frase "Grande Tribulação" com referência à última metade da Tribulação. Em Mateus 24:21, Jesus diz: "Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver." Neste versículo Jesus está se referindo ao evento de Mateus 24:15, o qual descreve a revelação da abominação da desolação, o homem também conhecido como o Anticristo. Além disso, Jesus em Mateus 24:29-30 declara: "Logo depois da tribulação daqueles dias... Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória." Nesta passagem, Jesus define a Grande Tribulação (v.21) como começando com a revelação da abominação da desolação (v.15) e terminando com a segunda vinda de Cristo (v.30).
Outras passagens que se referem à Grande Tribulação são Daniel 12:1b, que diz: "E haverá um tempo de tribulação, qual nunca houve, desde que existiu nação até aquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro." Parece que Jesus estava citando este versículo quando falou as palavras registradas em Mateus 24:21. Temos também Jeremias 30:7 referindo-se à Grande Tribulação: "Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; todavia, há de ser livre dela." A expressão "angústia de Jacó" se refere à nação de Israel, a qual vai experimentar perseguição e desastres naturais como nunca vistos antes. Considerando as informações que Cristo nos deu em Mateus 24:15-30, é fácil concluir que o início da Grande Tribulação tem muito a ver com a abominação da desolação, uma ação do Anticristo. Em Daniel 9:26-27, descobrimos que esse homem vai fazer uma "aliança" (um pacto de paz) com o mundo por sete anos (uma "semana", novamente, favor ler o artigo sobre a Tribulação). Na metade do período de sete anos - "no meio da semana" - somos informados de que este homem vai quebrar o pacto que fez, interrompendo o sacrifício e a oferta de cereais, o que se refere especificamente às suas ações no templo reconstruído do futuro. Apocalipse 13:1-10 dá ainda mais detalhes sobre as ações da Besta e também verifica o tempo que ela vai estar no poder. Apocalipse 13:5 diz que ela vai estar no poder por 42 meses, o que são três anos e meio, o comprimento da Grande Tribulação.
O Livro de Apocalipse nos oferece o máximo de informação sobre a Grande Tribulação. De Apocalipse 13, quando a Besta é revelada, até a volta de Cristo em Apocalipse 19, temos uma imagem da ira de Deus sobre a terra por causa da incredulidade e rebelião (Apocalipse 16-18). É também uma imagem de como Deus disciplina e ao mesmo tempo protege o Seu povo de Israel (Apocalipse14:1-5) até realizar a Sua promessa a Israel ao estabelecer um reino terreno (Apocalipse 20:4-6).
As sete fases da vida de Abraão
Todos temos fases, boas ou ruins. Nos dizeres de Salomão: Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu: “Há tempo de nascer, e há tempo de morrer.” Eclesiastes cap. 3. O nosso estudo de hoje é sobre As sete fases da vida de Abraão. Neste estudo vamos descobrir o que podemos aprender com a vida de Abraão
Admiramos o Patriarca bíblico por sua fé, coragem e determinação de seguir os preceitos de Deus.
Quantos de nós, aceitaríamos de bom grado um chamado para ter uma mudança radical de vida? Pois foi isto o que aconteceu com Abraão, ele atendeu ao chamado de Deus.
O Deus de Abraão o chamou para uma nova vida, para construir e viver uma nova história. O chamado de Abraão foi um chamado de salvação e promessa de novas realidades com Deus, é também um chamado à maturidade, o que levou a Abraão a ter marcas de maturidade e liderança pelos locais de sua peregrinação.
1 – Abraão deixou o jugo de autoridade familiar
Na sua terra ele estava debaixo da autoridade do pai e da família e não a dele. Assim como Abraão, precisamos sair do jugo de autoridade e nos tornarmos autoridade sobre a nossa gente. Antes de prosseguirmos, uma coisa que julgo substancial: em Ur dos Caldeus, nosso herói se chamava “Abrão”, que significa “Pai da altura”.
Deus quando o chamou mudou o seu nome para “Abraão”, que se traduz por “Pai das multidões” que correspondia bem aos desígnios do Altíssimo, que planejava abençoar a muitos nações através da vida de Abraão. Mais adiante, traremos mais detalhes sobre este tópico.
2 – Abraão teve chamada para uma nova vida
Então o Senhor disse a Abrão: “Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa de seu pai, e vá para a terra que eu lhe mostrarei. Gênesis 12:1- NVI
Todos nós somos chamados para andarmos com Deus. Esse é o principio da jornada para nós: conhecer o Deus de Abraão. É um principio de revelação, de aprendizado, de perceber novas possibilidades.
Mas caso não estejamos centrados na vontade de Deus, é certeza que os dissabores vão estar presentes, isto até é normal, visto que somos faliveis e há a necessidade de alcançar a estatura de Cristo. chegar a um ponto em que Cristo seja formado em nós
No mapa a antiga Ur dos Caldeus, origem de Abraão – Mapa da Wikipédia
Quando Abraão saiu de Ur dos Caldeus, sua terra natal, o patriarca levou consigo seu sobrinho Ló. Esta atitude contrariava a ordem do Senhor. Anos mais tarde começaram os conflitos entre ambos. A terra que ambos ocupavam era estreita para comportar o gado de tio e sobrinho.
Abraão sugere que ambos se apartem. Ló, mais que depressa escolheu ir para a agradável e verdejante Sodoma. Ló agiu pela carnalidade. Ló era um interesseiro, digamos, um imediatista, queria as coisas rapidamente. Abraão ao contrario, confiava e aguardava pacientemente as promessas do Senhor.
O espiritual Abraão esperou que Deus lhe indicasse a direção que deveria tomar. Mesmo assim houve muitos tropeços na vida de Abraão, o que retardava o cumprimento das promessas de Deus
3 – Abraão sofreu por não obedecer a Deus
“…Partiram para a terra de Canaã e lá chegaram.Gênesis 12:5 – NVI”.
Vejo outros pregadores se referindo às peregrinações de Abraão. Abraão não ficou na terra que Deus o dirigiu a morar e acabou peregrinando por muitas terras, porque na terra onde Deus o levou havia cananeus.
Sabe como é? Naquele tempo cananeu era gente ruim, difícil de conviver e Abraão acabou procurando outro lugar para morar, mas Deus não tinha o mandado ele ir a outro lugar.
Aqui a situação é interessante: quando saiu da sua parentela, Deus estava na frente guiando a Abraão; agora Abraão estava por conta, indo onde lhe dava na telha, mesmo assim o Senhor não o abandonou, seguia a Abraão, para abençoá-lo.
4 – O pecado na vida de Abraão
As fases da vida é que nos mostra quem somos e quem Deus é, Abraão foi peregrinando pela terra, por conta, sem a ordem de Deus, até que ele desceu ao Egito. O Egito na Bíblia significa o pecado.
Abraão foi levado por Deus ao lugar onde seria abençoado, mas por não entender, ou por ver “cananeus” na terra, as dificuldades, foi por onde quis, o que o levou ao Egito, ao pecado. Sair do lugar da benção pode levar ao pecado.
5 – Deus prosperou a Abraão
Gn 13.2: “E ia Abraão muito rico…” Quando nos achegamos a Deus, ele nos honra com a sua graça e misericórdia. Interessante é que Abraão saindo do Egito procurou ir para Betel, onde a principio havia edificado um altar ao Senhor, invocando-O.
Rico, o patriarca não abandonou a fé no Altíssimo, não esqueceu-se do seu Senhor. No entanto, a riqueza de Abraão despertava ressentimentos e conflitos, a ponto de haver uma separação forçada entre ele e seu sobrinho. Ló, de certa forma retardava o cumprimento dos propósitos de Deus acerca do patriarca.
6 – Abraão oferta o dizimo
Faltava um passo importante na vida de Abraão, e ele deu este passo privilegiando a Melquisedeque que era considerado Sacerdote do Deus Altissimo. Das suas posses ele resolve dar um décimo ao Sacerdote. Dar o dizimo para Melquisedeque foi também um ato de reconhecer que Deus coloca superiores sobre nós.
Dar o dizimo é um ato de humildade e fé, que leva à prosperidade. Esta fé também é reconhecida como sendo a fé de Abraão (Gn. 14)
Deus nos abençoa e dar o dizimo significa também fazer algo pelo Reino de Deus. Posso trabalhar no Reino, ser um cantor, pregador, líder da mocidade, assim como posso também ser um ofertante. Devolvo os 10% porque reconheço que foi Deus quem me deu.
7 – Deus muda o nome de Abraão
Existem muitas outras fases na vida de Abraão, mas quero falar por ultimo nessa. Mudar o nome significa que Deus completou a obra em nós. Ter um novo nome é dizer que Abrão chegou a ser um Abraão; chegou a ser um homem segundo o coração de Deus.
Bem, estas foram as sete fases da vida de AbDIGA Nraão. Para saber mais sobre Abraão, você pode ler o artigo Sete lições sobre a vida de Abraão. Seria interessante você se informar sobre A Promessa feita a Abraão.
Te exorto a que prossiga na sua jornada. Não se desespere se você não chegou lá ainda. O vosso Deus nunca o abandonou. Ele não abandona os seus filhos, mas assim como o pai do filho pródigo, ele está nos esperando na porta.








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